segunda-feira, 2 de julho de 2012

O mesmo por outras expressões

  Já o disse outrora, mas fui doce, em onda pacífica com quem me cerca, falei de comandos e televisões, do utópico controlo que deveríamos reter do tempo, quando beijamos uma bela mulher talvez reduzir a cadência que a ampulheta liberta os grãos de areia, se tenho a minha mão numa chaleira fumegante talvez acelerar, mas hoje não me encontro doce, encontro-me vil e acre, daí,

 - alguém me diz o motivo pelo qual o filho da puta do tempo não se entesa como outras coisas?

*sem acordo

2 comentários:

Eli disse...

Ele é como tudo:

Transforma-nos... mesmo que seja medido ao segundo, contado em histórias ou vivido sem ampulhetas.

Um beijo fá-lo-ia parar se não fôssemos tão exigentes em respirar.

:)

James Dillon disse...

Confesso que quando realmente subsiste algo mais que um mero desejo carnal me esqueço de sorver o ar.

Cumprimentos,
JD